Metas, promessas e desejos para 2010

2009 foi um ano ótimo para mim, talvez o melhor de todos até hoje. Passei no vestibulinho e entrei no técnico de Informática; melhorei bastante minhas notas na escola, tanto no ensino médio quanto no técnico, tirando 16 notas máximas das 19 possíveis; acumulei ganhos de quatro dígitos com a receita das publicidades do Guia do PC; passei a ter certeza de que cursaria Ciência da Computação na faculdade; aprendi várias linguagens de programação na escola (C#, Java e Visual Basic .NET); melhorei meus conhecimentos em XHTML, CSS, PHP, JavaScript, hardware e redes; iniciei um novo projeto pessoal; resolvi entrar na moda numa bela tarde de sábado sem nada para fazer e criei um encurtador de URLs, que já atingiu a incrível marca de 125 links encurtados; comprei um HD externo Western Digital MyBook de 500 GB e me livrei dos avisos do Windows de falta de espaço em disco; recuperei um drive de disquete e reconectei o speaker da placa mãe; aumentei meus ganhos com o AdSense nesse final de ano. Continue reading

Três coisas que me irritam em programação

Eu gosto de programar. Principalmente após ter feito algumas aulas de lógica de programação na escola. Fucei um pouco em C++ e PHP por conta própria, saindo um pouco do XHTML e do CSS, que utilizava bastante para manter sites que administro, como o Guia do PC.

Código binário

Código binário

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Por que você não deve comprar um computador top de linha?

Todo mundo sabe que a tecnologia avança rapidamente. Os computadores pessoais, por exemplo, ficam obsoletos em pouquíssimo tempo – e não poderia ser diferente com o meu primeiro computador, com quem vivo até hoje, apenas com um upgrade básico de memória e uma troca de um combo LG para um gravador de DVD Sony.

Máquina boa na compra, péssima alguns anos depois

Na época em que foi comprado, em julho de 2004, era uma máquina acima da média, mesmo sendo “de marca”. Cinco anos depois, está ligeiramente abaixo dos computadores vendidos em supermercado. A configuração? Um processador Intel Pentium 4, de 2.8 GHz, com núcleo Northwood, o primeiro com a famosa tecnologia HyperThreading, que fazia milagres, suportando múltiplos programas em execução ao mesmo tempo. Lembro que, na época, o processador – e só o processador – custou mais de R$ 800. Quanto à memória, um pente de 256 MB DDR400 – na época, ainda existiam muitas máquinas com memórias DDR333 ou até mesmo DDR266.

Meu brinquedinho, por dentro.

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Como aprender a programar

Programar é uma arte. Escrever códigos não é diferente de pintar um quadro. As duas atividades exigem criatividade e lógica. Programar nada mais é do que escrever instruções para que o computador execute as funções necessárias; pintar um quadro, do mesmo ponto de vista, pode ser considerado como o ato de colocar, por meio de instrumentos próprios, camadas de tinta para que uma imagem se forme. No entanto, se as instruções programadas não forem feitas em uma sequência lógica, o programa não funcionará corretamente ou causará algum erro. Assim como, se as tintas forem colocadas num quadro de maneira aleatória, a não ser que o objetivo seja fazer uma pintura abstrata, nada se formará.

Código, código e mais código

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