Como montar um computador com excelente custo-benefício

É muito comum que, nos fóruns de discussão sobre informática, diversos usuários peçam opiniões a respeito de uma configuração de computador. No fórum do Guia do PC, onde sou administrador geral, a sala de Componentes e sugestões é uma das mais movimentadas. Escrever um artigo falando sobre o assunto é complicado porque a microinformática avança muito rapidamente. O que é top de linha hoje, com certeza já estará obsoleto daqui alguns meses.

Pentium 4 Extreme Edition 3.73 GHz. Na época, milhares de reais. Hoje, não vale mais que R$ 200.

Pentium 4 Extreme Edition 3.73 GHz. Na época, milhares de reais. Hoje, não vale mais que R$ 200.

Continue reading

Finalmente, um computador novo

Depois de quase seis anos de uso, era hora de aposentar meu computador antigo. Na terça-feira, fui fazer a feira na Santa Ifigênia, no centro de São Paulo. A Santa Ifigênia é bem conhecida por vender produtos tecnológicos por preços abaixo do mercado. Funciona como um Paraguai dentro do Brasil. Antes de comprar a máquina, que me acompanhará durante os próximos anos, pedi opiniões no Fórum Guia do PC e até no meu Twitter.

A bagunça de fios no gabinete após a montagem. Bom, pelo menos não tem cabo flat, né?

A bagunça de fios no gabinete após a montagem. Bom, pelo menos não tem cabo flat, né?

Continue reading

Por que você não deve comprar um computador top de linha?

Todo mundo sabe que a tecnologia avança rapidamente. Os computadores pessoais, por exemplo, ficam obsoletos em pouquíssimo tempo – e não poderia ser diferente com o meu primeiro computador, com quem vivo até hoje, apenas com um upgrade básico de memória e uma troca de um combo LG para um gravador de DVD Sony.

Máquina boa na compra, péssima alguns anos depois

Na época em que foi comprado, em julho de 2004, era uma máquina acima da média, mesmo sendo “de marca”. Cinco anos depois, está ligeiramente abaixo dos computadores vendidos em supermercado. A configuração? Um processador Intel Pentium 4, de 2.8 GHz, com núcleo Northwood, o primeiro com a famosa tecnologia HyperThreading, que fazia milagres, suportando múltiplos programas em execução ao mesmo tempo. Lembro que, na época, o processador – e só o processador – custou mais de R$ 800. Quanto à memória, um pente de 256 MB DDR400 – na época, ainda existiam muitas máquinas com memórias DDR333 ou até mesmo DDR266.

Meu brinquedinho, por dentro.

Continue reading